9.3.07

Golfinhos






Golfinho-pintado
Nome vulgar: Golfinho-pintado ou Golfinho-malhado-do-atlântico.
Nome científico: Stenella frontalis (Cuvier, 1829)
Família: Delphinidae
Distribuição e Habitat: A presença na região é bastante comum. Ocorre em águas tropicais e temperadas.
Descrição: Corpo de coloração acinzentada com pintas brancas na zona dorsal. Na zona ventral a coloração é mais clara e as pintas são cinzentas. Estas pintas tendem a aumentar de número com a idade do animal. Os juvenis apresentam uma coloração branca ou rosada no ventre. Em todos os indivíduos está presente uma mancha mais clara em forma de pincelada, no dorso, por baixo da barbatana dorsal. O bico é proeminente e alongado e os adultos atinge os 2 m de comprimento e pesam 120 Kg.
Estatuto de Conservação e Ameaças: Informação insuficiente.
Observações: São muito frequentes na Primavera e no Verão, principalmente de Março a Outubro.

Golfinho-riscado
Nome vulgar: Golfinho-riscado.
Nome científico: Stenella coeruleoalba (Meyen, 1833)
Família: Delphinidae
Distribuição e Habitat: É comum a sua presença na região. Espécie geralmente oceânica, ocorrendo nos mares temperados e tropicais.
Descrição: Possui uma longa e fina risca que vai do olho até á região ventral posterior. Apresenta uma outra risca mais pequena e que começa no olho e termina na base da barbatana peitoral. O dorso é escuro e o ventre é claro e a região posterior é acinzentada. Todos os indivíduos apresentam uma mancha mais clara em forma de pincelada no dorso por baixo da barbatana dorsal. O bico é proeminente e escuro. O comprimento do corpo pode atingir os 2,1 m e pode pesar 120 Kg.
Estatuto de Conservação e Ameças: Pouco preocupante.
Observações: Ocorrem na Madeira em períodos de maior presença de golfinhos comuns e golfinhos malhados, de Fevereiro a Maio e de Julho a Setembro.

Golfinho-comum
Nome vulgar: Golfinho-comum.
Nome científico: Delphinus delphis (Linnaeus, 1758)
Família: Delphinidae
Distribuição e Habitat: A sua presença na região é bastante comum. Ocorre globalmente nos mares temperados, subtropicais e tropicais.
Descrição: De padrão amarelado nos flancos, entre o olho e a barbatana dorsal, e que é facilmente visível quando saltam. Os flancos posteriores e o pedúnculo caudal são cinzento-claro. O ventre apresenta-se branco e o bico é proeminente e esguio de cor negra. A barbatana caudal é alta e escura. Atingem 2 m de comprimento e pesam 100 Kg.
Estatuto de Conservação e Ameaça: Pouco preocupante.
Observações: Observados com grande frequência no Inverno e na Primavera, principalmente de Janeiro a Julho.

Foi retirado do site: www.madeiranature.com
Trabalho elaborado por: Donald


2.3.07

MERGULHO

Existem duas formas principais de mergulho: Livre, utilizando apenas uma máscara e respirador e Autónomo, onde a principal diferença é a possibilidade de permanecer longos períodos debaixo de água utilizando uma garrafa de ar comprimido para respirar.O clima ameno, a temperatura da água do mar entre os 17 e 24°C, as águas cristalinas e a própria passividade dos peixes, habituados a conviver com os mergulhadores fazem da Madeira um local cada vez mais procurado para a prática de mergulho.Um dos pontos de referência para mergulho é a Reserva do Garajau que, graças à riqueza biológica, oferece condições únicas como espaço protegido com grande interesse do ponto de vista científico, recreativo e turístico. A comprová-lo, está o grande número de visitantes, especialmente de mergulhadores amadores, que afluem ao local ao longo de todo o ano.Entre a fauna marinha residente, contam-se alguns peixes de grande porte, com destaque para os Meros (Epinephelus marginatus) que se tornaram cartaz turístico da Reserva, para além de uma grande variedade de outras espécies costeiras como os Sargos (Diplodus sargus) e as Moreias (Muraena helena), sem esquecer as interessantes colónias de Enguias de Jardim (Taenioconger longissimus), que se escondem no fundo arenoso.·No verão, têm sido observados no local grupos de Urjamantas (Mobula mobular), cujo porte e graciosidade de movimentos fazem do local uma atracção internacional. Também nos meses de verão podem-se observar cardumes de Lírios (Seriola zonata) e com um pouco de sorte alguma Tartaruga (Caretta caretta) de passagem.Existem diversas escolas de mergulho e empresas de lazer que leccionam cursos de mergulho para todos os níveis e organizam excursões de mergulho para praticantes mais experientes.
Alguns dos locais mais frequentemente visitados são:
Pão de Açúcar (Garajau)
Uma rocha que emerge e que nos mostra uma grande diversidade de fauna e flora.
Baía do Garajau
Meros (os maiores da ilha), cardumes de Atuns, Bicudas, Charuteiros e Mantas.
Garajau Este
Grande variedade de peixe, entre os quais brilham um enorme Mero e os divertidos Peixes Trompeta. Colónias de esponjas coloridas.
Reis Magos
Óptimo para mergulhos nocturnos, este recife apresenta na sua extremidade uma grande variedade de vida marinha nocturna.
Clube Naval do Funchal
Suave até 12m e depois a pique até aos 24m.Moreias, Bodiões e Barracudas

O Madeirense (Porto Santo)
Carcaça de um navio especificamente afundado para o usufruto dos amantes do mergulho. É um recife rico em vida!
Bom Rei (Madalena do Mar)
Esta carcaça resultante, de um naufrágio, transformou-se num recife riquíssimo que se ergue desde os 35m até praticamente à superfície. Moreias e inúmeras outras espécies.

Foi retirado do site www.madeiranature.com
Trabalho efectuado por Donald

Caminhadas pela Madeira

Levada do Caldeirão Verde
Este percurso, que começa no Parque Florestal das Queimadas (Santana) e culmina no Caldeirão Verde, tem uma extensão de 6 km e uma altitude de 990 metros. A Casa de Abrigo das Queimadas pode honrar-se de manter as características originais das Casas Típicas de Santana e, a partir daqui, se não parar para admirar as estupendas paisagens sobre Santana e São Jorge, vai demorar cerca de uma hora e meia a completar o percurso.
Este trilho é extremamente rico na sua paisagem adornada por quedas de água, fauna e flora
(Criptomérias elegantes (Cryptomeria Japonica), Faias europeias (Fagus Sylvatica) de consistente folhagem encarnada, Cedros da Madeira (Juniperus Cedrus), Til (Ocotea Foetens), Pau branco (Picconia Excelsa), Urzes centenárias (Erica Scoparia), Folhado (Aletria Arborea), Uveira da Serra (Vaccinium Padifolium)).
A certa altura, vai encontrar o primeiro túnel que é curto e contrasta com o segundo túnel de uns consideráveis 200 metros. Pouco depois, avista o terceiro túnel não tão extenso como o anterior. Tenha cuidado, pois este túnel é baixo e o piso está normalmente molhado. O quarto túnel, bem mais pequeno na sua extensão, está situado a 1 km do Caldeirão Verde. Note que o Caldeirão Verde fica à esquerda da levada, bastando, para lá chegar, subir alguns metros pelo leito do ribeiro por onde escorrem as águas que remanescem do lago natural. Depois de tirar partido da beleza do Caldeirão Verde e se não tiver vertigens, continue o caminho pela levada (sem varandim) que o leva até ao Caldeirão do Inferno.
Bibliografia:Quintal, Raimundo. (2004). Levadas e Veredas da Madeira. Funchal: Edições Francisco Ribeiro
Duração: 3 horas
Ponto de Partida: Parque Florestal das Queimadas
Ponto de Chegada: Parque Florestal das Queimadas
Extensão: 12 km
Equipamento: Botas para piso molhado, impermeável, lanterna, farnel
Perigos: Existem troços de levada sem protecção.
Observações: O regresso é feito pelo mesmo caminho.

Do Ribeiro Frio à Portela
Este é um passeio que se estende ao longo de dez quilómetros e que pode ser feito por qualquer pessoa, visto não apresentar nenhuma dificuldade ou risco. Oito quilómetros do percurso são feitos em solo plano, ou seja, desde o Ribeiro Frio até a casa da Divisão das Águas, pela esplanada da Serra do Faial, pode passear despreocupadamente por entre árvores e plantas sem ter de se preocupar em fazer descidas ou subidas. Os restantes dois quilómetros são feitos a descer até ao Miradouro da Portela.
A caminhada começa abaixo do Posto Florestal do Ribeiro Frio que, aliás, é um excelente lugar para observar algumas plantas endémicas da Madeira, sem esquecer os famosos viveiros de trutas, é claro!
O acesso à levada é garantido por uma vereda à direita da estrada. Nesta levada são habituais as plantas que nascem em ambientes húmidos e de pouca claridade. A Órquidea da Serra, os Gerâneos, o Isoplexis, o Massaroco, os Ranúnculos, as Estreleiras, os Goivos da Serra e as Leitugas são algumas das espécies que, na Primavera e no Verão, dão o ar da sua graça, tingindo esta levada das mais variadas cores. O Loureiro, a Faia das Ilhas, o Folhado ou a Urze Molar são as árvores que conferem o tom verde a esta tela já colorida pelas flores. Ao espectáculo visual juntam-se os sons emitidos pelos Bisbis, Melros Pretos, Tendilhões e Lavandeiras. A Casa da Divisão das águas surge e, agora, é tempo de abandonar a levada e descer cerca de 200 metros até ao Posto Florestal dos Lamaceiros. Se quiser recarregar baterias, este é o local ideal para fazer um piquenique. Recompostas as energias, é altura de seguir pelo caminho de terra que se abre em frente. Tenha atenção às placas que ajudam a encontrar o fim deste passeio, o Miradouro da Portela. Aproveite!
Bibliografia:Quintal, Raimundo. (2004). Levadas e Veredas da Madeira. Funchal: Edições Francisco Ribeiro
Duração: 4 horas
Ponto de Partida: Posto Florestal do Ribeiro Frio
Ponto de Chegada: Miradouro da Portela
Extensão: 10 km
Equipamento: Calçado para piso molhado; Impermeável
Observações: Levada protegida por varandas e sebes naturais; Piso em bom estado; Temperaturas em média 5º mais baixas do que no Funchal.

Do Areeiro ao Pico Ruivo
Ao fazer este percurso, que tem a singularidade de ligar os dois picos mais altos da Madeira (Pico do Areeiro – 1817 m e Pico Ruivo – 1861 m), tem a possibilidade de desfrutar de uma grande variedade de formas e cores. Musgos e Fetos, Rosetas, Gramíneas verde-acinzentadas, Flores dos Piornos, Estreleiras brancas, são algumas das espécies que aqui vai descobrir. Se decidir fazer este percurso, esteja certo de que nunca encontrará uma forma, uma paisagem, um caminho parecido ao anterior. Diga adeus à sensaboria das paisagens monótonas!
Percorridos alguns metros depois da Pousada do Pico do Areeiro, surge o miradouro do Ninho da Manta de onde se consegue avistar o vale da Fajã da Nogueira, a rede de córregos e ribeiros que sustentam a Ribeira da Metade e as Achadas do Pau Bastião e do Cedro Gordo e a grande parte da Cordilheira Montanhosa Central. No Vale da Fajã da Nogueira nidificam algumas espécies como os Patarros (Puffinus puffinus puffinus) e a Freira da Madeira (Pterodroma madeira) que é, aliás, uma espécie endémica ameaçada pela sombra da extinção.
Para chegar ao Pico Ruivo, atingindo assim o ponto mais alto da ilha, é necessário, no Pico das Torres, iniciar uma subida íngreme através de centenas de degraus escavados na própria rocha. Algum tempo depois desta verdadeira prova de esforço, vai deparar-se com uma descida exigente, por isso, prepare os seus músculos! Feita que está esta descida, é tempo de avançar, desta vez, para a subida final até à Casa de Abrigo do Pico Ruivo que, para muitos, é a parte mais difícil deste trilho. Por isso mesmo, aproveite a sombra das árvores e faça algumas pausas, não tenha pressa de alcançar o topo porque até lá chegar pode tirar proveito do espectáculo natural que o envolve.
Este percurso é ideal para os amantes da flora e da fauna. Podem observar-se espécies endémicas como a Violeta da Madeira (Viola paradoxa), a Urze da Madeira (Erica madeirensis), a Orquídea das Rochas (Orchis scopolorum) e a Antilídea (Anthyllis lemanniana). Se gosta de observar aves, aqui pode encontrar espécies restritas à Macronésia como o Canário (Serinus canaria canaria), o Corre-Caminhos (Anthus Berthelotti Madeirensis) e a Andorinha-da-Serra (Apus Unicolor). Subespécies restritas ao Arquipélago da Madeira também podem ser aqui avistadas e assim, provavelmente, vai ouvir o concerto de aves como o Pardal-da-Terra (Petronia petronia madeirensis), o Tendilhão (Fringilla coelebs madeirensis) e o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis).
Perto da casa de abrigo do Pico Ruivo existe uma vereda que dá acesso à Achada do Teixeira e é aqui que pode visitar o “Homem em Pé”, ou seja, uma formação rochosa basáltica que se assemelha à forma de um homem em pé.
Bibliografia:Quintal, Raimundo. (2004). Levadas e Veredas da Madeira. Funchal: Edições Francisco Ribeiro
Duração: 3h30, 4 h
Ponto de Partida: Pico do Areeiro
Ponto de Chegada: Pico Ruivo
Equipamento: Agasalhos, lanternas, água
Observações: Clima varia frequentemente, alguns troços exigem boa forma física
Retirado do site www.madeiranature.com
Trabalho efectuado por Donald

Praia Formosa

O Funchal também tem uma praia de areia - mesmo que nos estejamos a referir a três pequenas áreas de areia! Esta praia situada no extremo oeste da cidade do Funchal - cujo acesso também pode ser feito caminhando pela promenade do Lido e atravessando um túnel escavado na rocha - consiste basicamente em pedras e rochas. Mas não por muito tempo, uma vez que as entidades ligadas ao município do Funchal já se encontram a analisar os planos para a criação de uma grande praia de areia na Praia Formosa!
Escolhida pelas suas águas cristalinas e temperadas e pelas muitas facilidades desportivas e aquáticas que oferece, a Praia Formosa atrai muita gente também pela sua animada vida nocturna, composta por restaurantes, snack bares, bares, concertos ao vivo, concursos de misses e outros eventos desportivos.

Se quiser saber como é que os madeirenses gostam de viver o Verão então passe pela Praia Formosa - de dia ou de noite - e veja por si mesmo!


http://www.madeira-web.com/PagesP/praia-formosa.html

Trabalho efectuado por pesca1991

As drogas

Droga (do francês drogue, ingrediente de tintura ou de substância química e farmacêutica), em seu sentido amplo, refere-se a qualquer substância ou ingrediente utilizada em farmácia, tinturaria, laboratórios químicos etc. Assim, no seu sentido original engloba uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. Contudo, há um uso corrente mais restritivo do termo, remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso excessivo, sendo um sinónimo assim para entorpecentes.

Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento.
As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das actividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afectam o Sistema Nervoso Central, modificando as actividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral, injecção intravenosa ou aplicadas via rectal (supositório)

Tipos de drogas
Há vários tipos de droga:
Drogas Depressoras do Sistema Nervoso Central ou Drogas
== Psicotécnicas – as drogas depressoras podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Ex.: álcool, barbitúricos, thinner, cloreto de etila, clorofórmio, ópio, morfina, etc.
Drogas psicodislépticas ou alucinógenas – são drogas que têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau.
Ex.: maconha, skunk, LSD, psicologia, heroína, ayahuasca
Drogas psicanalíticas ou estimulantes - produzem aumento da actividade cerebral, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos activados.
Ex.: cocaína, crack, cafeína, teorética, MDMA ou ecstasy, anatómicas (bolinha, arrebite), etc.
Quanto à forma de produção, podemos considerar as existências de drogas:
Naturais
Semi-Sintéticas
Sintéticas
Apesar dos riscos bem-parecidos, as pessoas continuam a abusar de drogas, e esse abuso continua a destruir vidas. Esse vício custa aos Estados Unidos uns 100 milhões de dólares por ano em serviços de saúde, perdas na produtividade do trabalho, ganhos perdidos e crime. Mas talvez sejam os jovens — praticamente crianças — que pagam o preço mais alto. Segundo um estudo realizado no Brasil e publicado no Jornal da Tarde, 24,7% dos jovens entre 10 e 17 anos já experimentaram algum tipo de droga.
Nos Estados Unidos, embora o uso de drogas por parte de adolescentes possa ter diminuído um pouco nos últimos anos, o número de jovens viciados é alarmante. Veja o caso dos alunos no último ano do ensino médio. De acordo com um estudo, 37% haviam pelo menos experimentado maconha no ano anterior. Um dentre 5 havia usado no mês anterior. Quase 1 dentre 10 haviam experimentado a droga ecstasy no ano anterior. Mais de 6% tinham experimentado LSD. ==
Uso de drogas
É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada.
Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, lóló, dentre outras substâncias químicas.
Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente.
Motivos associados ao uso de drogas
Os motivos que normalmente levam alguém a provar ou a usar ocasionalmente drogas incluem:
Problemas pessoais;
Influência de amigos, traficantes assim como da sociedade e publicidade de fabricantes de drogas lícitas;
Sensação imediata de prazer que produzem;
A facilidade de acesso e obtenção;
Desejo ou impressão de que elas podem resolver todos os problemas, ou aliviar as ansiedades;
Fuga;
Estimular;
Acalmar;
Ficar acordado ou dormir;
Emagrecer ou engordar;
Esquecer ou memorizar;
Fugir ou enfrentar;
Inebriar;
Inspirar;
Fortalecer;
Aliviar dores, tensões, angústias, depressões;
Aguentar situações difíceis, privações e carências;
Encontrar novas sensações, novas satisfações;
Força do hábito;
Ritual;
Dependência.
Críticas
Qualquer droga é potencialmente tóxica, o grau de intoxicação depende da intensidade de seu uso, sendo directamente proporcional.
Mesmo com drogas aceitas, toleradas ou até incentivadas pela sociedade é possível chegar ao abuso e dependência química.
A pessoa que usa drogas acaba ficando dependente por um bom tempo, até que resolva tratar-se ou decidir abandonar as drogas.
Ver também
Toxicodependência
Crack
Cocaína
Cigarro
Maconha

Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Droga"
Elaborado por: Bambi e Abbigail

Laurissilva na Ilha da Madeira

A Laurissilva, galardoada com o estatuto de Património Mundial da UNESCO, é uma Floresta com distribuição limitada às Ilhas da Macaronésia. Na Madeira podemos encontrar a maior e mais conservada mancha florestal deste tipo, possuindo o Concelho de São Vicente uma das áreas extensas e ricas deste coberto vegetal.
Nos seus mais de 4600 hectares de floresta Laurissilva, São Vicente apresenta diversos elementos florísticos de particular interesse. Figueira do Inferno consideradas as maiores do mundo, espécies raras como o Isoplexis e a Musschila Wallastonii e o Til e Vinháticos multicentenários, são alguns dos elementos que tornam este Concelho um dos mais importantes representantes da floresta Laurissilva
A Laurissilva é a floresta dos nevoeiros e dos loureiros. Dos nevoeiros, porque vive nas encostas voltadas a norte, num ambiente de forte humidade relativa e nevoeiros frequentes devido à ascensão forçada das massas de ar húmido transportadas pelos alíseos. Dos loureiros, porque o loureiro é a árvore predominante. Menos comuns, mas igualmente da família das lauráceas, são o til, o vinhático e o barbusano. Estas são as árvores mais frondosas da floresta e felizmente podemos observá-las em belíssimas manchas verdes nas serras de São Vicente.
A Laurissilva é uma floresta que deve ser preservada a todo o custo pela grande variedade de espécies vegetais endémicas que possui, pelas aves que abriga, pelo seu valor estético e pela importantíssima função que desempenha na retenção e infiltração de águas que são garante de abastecimento das nascentes e cursos de água a menores altitudes.
Entre a flora do Arquipélago encontram-se cerca de 145 plantas endémicas e podemos contar, a nível da fauna com representantes dos mais variados grupos zoológicos. De uma grande diversidade florística, é sobretudo ao nível do estrato



Elaborado por: galoinacio e xexyboy15
Retirado no site: www.svicente.com/laurissilva.htm

A Festa na Madeira - "Missas do Parto"

A partir do dia 16 até dia 24 de Dezembro, em quase todas as paróquias da Madeira são celebradas as “Missas do parto”.Qualquer pessoa que ande por estes dias na ilha há-de ouvir falar na “Festa”, que é como os madeirenses falam do Natal.Aqui a Festa começa cedo, logo a partir do dia 16 de Dezembro, com as “Missas do parto”, celebradas pela madrugada e onde são interpretados cânticos, muitos deles com cerca de cinco séculos de existência.Estas celebrações que reúnem a população pela madrugada nas nove manhãs que antecedem o dia de Natal, é uma tradição que vem de longe, e nem o frio nem a chuva das manhãs de Inverno demovem os populares.Na ida para a igreja bebe-se café quente com um "cheirinho" de grogue ou um copito de aguardente com mel, para afastar o frio e o sono.

Retirado do blog “Humanos em apuros

Trabalho elaborado por: Tulipa

23.2.07

As Grutas de São Vicente


As grutas proporcionam uma visita muito bem organizada, com uma duração de cerca de 30 minutos, devidamente conduzida por guias especializadas. A visita suplementa a monotonia repetitiva de uma pouco diversificada oferta visual, com a criação de um percurso misterioso, adequadamente iluminado, referenciando-o com música bem escolhida e uma certa iluminação com arquitecturas mágicas e, principalmente, com o imaginário telúrico do Centro da Terra.
Por outro lado, a existência de pequenos lagos de água transparente e de algumas câmaras mais vastas muito bem integradas no circuito expositivo proporcionam imagens muito belas e permitem associar sempre às grutas, à força e ao mistério da Natureza e, neste caso, à convulsão vulcânica que deu origem à Ilha da Madeira.
As grutas de São Vicente formaram-se a partir de uma erupção vulcânica há 890 mil anos atrás, no Paul da Serra, que veio descendo até o mar, a parte exterior ficou exposta a temperaturas mais baixas que solidificou rapidamente, enquanto que por dentro a lava continuava a correr com muitos gases, formando assim uma série de tubos de lava, que constituem as grutas de São Vicente, onde é possível caminhar sobre eles. Este conjunto de oito "túneis vulcânicos" apresenta um desenvolvimento total de mai s de 1000 metros de comprimento, cuja altura máxima varia ente 5 a 6 metros, e é o maior que se conhece, até agora, na Ilha da Madeira.
As marcas deixadas pela actividade vulcânica do último período eruptivo extinta há milénios, onde a lava em fusão atingia a temperatura de 1200ºC, podem ser constatadas ao longo de aproximadamente 700 metros de percurso subterrâneo que resultou da escavação, para dar acesso aos vários tubos ou canais naturais que constituem os 1000 metros. Esta escavação ocasionou um desnível máximo de cerca de 19 metros em relação à entrada.
Divulgadas pela primeira vez em 1885, pela população local, cuja curiosidade foi despertada através da sua abertura. Maravilhados com o que encontraram, rapidamente espalharam a sua descoberta e mereceram um estudo pelo inglês James Yates Jonhson e a elaboração de um projecto integrado para o seu aproveitamento.
Inauguradas a 1 de Outubro de 1996, são as primeiras grutas de génese vulcânica abertas ao público em Portugal.

Retirado do site: www.svicente.com
Trabalho efectuado por: Abbigail e Bambi

Reserva do Garajau

A reserva do garajau e a única exclusivamente marinha do país. Esta reserva encontra-se nos limites dos 50m a sul, o cais do Lazareto a oeste, a ponta da oliveira a este e a linha de preia-mar a norte. O fundo da reserva é de rocha ate cerca dos 20metros de profundidade, e a partir dai é constituída por areia ou concha moída. Pode-se encontrar nesta reserva peixes de grande porte como os meros, sargo, moreia, enguias de jardim, urjamantas, no verão podem ser observados cardumes de lírios e as vezes ate tartarugas. Na flora há a destacar que esta área é muito rica em algas. A reserva ocupa uma área de 376ha.
Retirado do: Navegador mensal
Publicado por: praia1991

Caminhadas

Não existe qualquer dúvida de que os percursos a pé são a melhor forma de conhecer e desfrutar as belezas que o Concelho de São Vicente proporciona. A profusão de veredas e levadas que se podem encontrar neste Concelho constitui uma porta para um mundo natural e humanizado de incontestável valor. É de particular destaque e interesse os passeios por entre a exuberante floresta Laurissilva, marcados por uma imensa diversidade de vida animal e vegetal, que nos encanta a cada passo. O Concelho de São Vicente abrange uma extensão que se estende do mar à serra e, assim, propicia aos visitantes a contemplação de paisagens diversificadas e igualmente empolgantes. A possibilidade de fazer passeios a pé através das veredas e velhos caminhos, disseminados pelas encostas e desfiladeiros, proporciona ocasiões de deslumbramento e emoção no palco duma Natureza invulgar, envolvente, onde a paz e o sossego dominam. A Natureza que se renova momento a momento, proporciona ocasiões inesquecíveis. As possibilidades de desfrutar de soberbas vistas panorâmicas são inumeráveis e, mesmo o olhar atento a pequenos pormenores, descobre facilmente motivos de admiração.
Entre os numerosos percursos possíveis, mencionaremos alguns:
Entrosa
Pico da Cova
Vigia Lombadinha
Fajã do Penedo
Caminho do Passinho
Lombo do Urzal
Caminho do Arvoredo
Fajã da Cinza
Lombadinha
Levada do Norte

Retirado do site: www.s.vicente.com
Trabalho efectuado por: xexyboy15 e galoinacio

Artesanato no Concelho de São Vicente

O Concelho de São Vicente apresenta ao visitante a oportunidade de testemunhar a confecção de uma diversificada prática artesanal. O bordado Madeira é, efectivamente, aquele que ainda hoje caracteriza os tempos livres quotidianos, aliado à confecção do artesanato de vimes - sobretudo cestaria - pelas terras da freguesia da Boaventura. Não podemos esquecer, o fabrico de uma espécie de castanholas chamadas, vulgarmente, por brincos ou brinquinhos, elaboradas pelo artesão Manuel Pereira Júnior.De influência nortenha os brinquinhos, construídos em madeira de vinhático, são utilizados como instrumento musical no folclore madeirense.

Retirado do site: www.s.vicente.com
Trabalho efectuado por: xexyboy15 e galoinacio

Visita Pascal – Divino Espírito Santo – em São Vicente

À saída da igreja:

Ó senhor imperador
Olhe no que vai pegar
No Divino Espírito Santo
Para todo o povo beijar

Chegada a casa das pessoas:

Aqui chega uma visita
Que já não chegou a tanto
Receba com alegria
O divino Espírito Santo


O Bom Deus ressuscitado
Abençoe esta família
Muitas graças distribuam
Abundantes neste dia


Desce a terra luz bendita
Vem ao teu povo animar
As nossas almas visitam
Nossos passos vêm guiar


Agradeço a vossa oferta
Vossa oferta é um favor
Quem vos há-de agradecer
Há-de ser nosso senhor

Chegada à igreja depois da Visita Pascal:

Senhor que estás lá dentro
Vestida de azul e branco
À espera de uma visita
Do divino Espírito Santo

Recolha de campo efectuada por Uisa e Sean Paul

Visita Pascal

Ao sair da igreja as saloias cantam:

Olhai, senhores, olhai,
Olhai no que vão pagar:
-O divino Espírito santo

Que o senhor Padre vai dar
Afastai-vos do caminho.
Filhos da Virgem Maria,
Deixai passar o Divino
Que e hoje o primeiro dia

Ao entrar nas casas:
A vossa porta parou
A quem não vistes há tanto;
Fazei a vossa oferta
Ao divino Espírito Santo.

Ao sair das casas:
Agradeço a vossa oferta
A quem e um favor:
Quem vos vai pagar
Há – de ser Nosso Senhor

Coro:
Desce a terra, Luz bendita
Vem teu povo animar;
As nossas almas visitas,
Nossos passos vêm guiar!

O divino Espírito Santo
E a luz e nosso guiar;
Guia sempre as nossas almas
Ao coração de Maria!

O sacerdote aspergindo as casa:
Ressurrexit Dominus vere, alleluia!

Todos:
Sicut dixit,alleluia!

Ao entrar na igreja, no fim da igreja:
Com o divino Espírito Santo
Boa noite, meu senhor;
Cá te deixamos cantando,
Em casa, com muito amor.

Retirado do livro: Deixas para a História de Boaventura, Padre Silvério Aníbal de Matos

Trabalho efectuado por: Kelly

Monte Mar Palace Hotel








Situa-se no Sítio do Montado, P-9240-104 Ponta Delgada.

Localizado na costa norte da ilha da Madeira, oferece uma localização ímpar, sobre a falésia e sobranceiro às cristalinas águas do Oceano Atlântico, com magníficas paisagens sobre o mar e a floresta endémica Laurissilva (o loureiro, o til, o vinhático, o barbusano, a faia, o folhado, o cedro da Madeira, o mucano, etc.). Distando aproximadamente 60 Km / 50 min., do aeroporto, dispõe de 104 quartos, todos eles dispondo de varanda, ar condicionado, frigorifico, TV satélite e TV-SAT.





Quartos:

111




Geral:

Parque de estacionamento pago, Restaurante, Bar, Recepção 24 horas, Jardim, Terraço, Quartos familiares, Parque de estacionamento gratuito, Elevador, Cofre, Quartos insonorizados, Aquecimento, Bagageira, Pequeno-almoço com buffet.






Actividades:
Sauna, Centro de Fitness, Sala de jogos, Solário, Spa & Centro de Bem-Estar, Massagem, Parque infantil, Bilhar, Mesa de Ténis, Jacuzzi, Andar a pé, Banho Turco / Vapor, Banhos Públicos Árabes, Squash, Piscina interior, Piscina exterior.






Serviços:
Serviço de quartos, Facilidades para Reunião/Banquetes., Lavandaria, Pequeno-almoço no quarto, Serviço de engomadoria, Serviço de Internet, Câmbios, Aluguer de bicicleta, Pacotes de almoço, Aluguer de carro, Fax/fotocopiadora.






Localização:
Campo, Montanhas.





Publicado por:hip-hop-1993 e porto 1993

16.2.07

Os Solares da Boaventura


Os solares da Boaventura são dois: o Solar dos Banhos e o Solar da Silveira. O Solar da Silveira em Boaventura encontra-se arruinado. Estes casarões dispensam qualquer ostentação: largas fachadas corridas, de muitas janelas; portas simétricas, com espessas molduras de cantaria; quatro águas cobertas por telha portuguesa, com beiral simples ou duplo, terminados por espigão ou pombinha do telhado; falta de elementos heráldicos que exteriormente identificassem o proprietário ou apelido da família. Estas são casas de aspecto rude. Podemos considerar estas construções como uma arquitectura sem arquitectos, sabendo que os seus autores eram hábeis artesões com conhecimentos de carpintaria e de fórmulas construtivas especiais recolhidas em coeva tradição que aplicava judiciosamente os materiais locais adaptando-os às condições climáticas regionais, estabelecendo uma harmoniosa relação entre a habitação e a paisagem.



Florbela 1990

2.2.07

São Vicente – O Nome

Lembrariam as rochas do norte da Madeira intrometidas no mar, o Promontório Sacro, Cabo de São Vicente, em Portugal?

Reza a lenda que São Vicente, o glorioso mártir dos espanhóis, morto pelos Romanos por causa da sua Fé, sofreu os tormentos do cavalete e da grelha de ferro, expirando no suplício, foi o seu corpo lançado às aves de rapina, mas os próprios corvos o protegeram, respeitosamente.

Quando da invasão árabe na península, alguns cristãos, temendo fosse descoberta a sepultura que, a-ocultas, lhe haviam dado, levaram o corpo encontrado perfeito e sem feridas, numa barca, fugídia, mar-em-fora, vindo depositá-lo nos rochedos que formam o cabo de São Vicente.

Se há freguesia do Norte onde o sentido do amor da terra é como o próprio sangue que circula por todo o corpo, orgulha-se São Vicente de possuir, bem entranho, esse afecto que se concretiza na adoração à terra-mater, humanizado pelos que nela nasceram.

Desde os cabos do Rosário até à capelinha na foz da ribeira, e da capelinha ao beiço da quebrada – Fajã da Areia – há um mosaico de formas, de pinturas: de um lado a matéria, naquela rudeza primitiva que pensar a Tales de Mileto ao pretender descobrir a substância primeira; de outro, a mesma matéria, mas já transformada pelo homem: o precipitado geográfico, a paisagem humanizada.

E São Vicente foi-se povoando da babugem do mar para a montanha, nos socalos, nas terras declivosas, ao longo dos cursos de água, até esbarrar o colonizador nas moles basálticas que reflectem o fenómeno vulcânico.

Retirado de: http://www.colegio-fx.ppcamaria.pt

26.1.07

Provérbios

-Quem tudo quer tudo perde
-Grão a Grão, enche a galinha o papo
-Levantar sedo e sedo erguer da saude e faz crescer.
-Cabra que berra, bochecha que perde.
-Quem vai a guerra da e leva
-Agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura
-Em casa de ferreiro espeto de pau.
-A galinha da visinha é sempre melhor que a minha.
-Quem tem boca vai a roma
-Tudo o que é de mais enjoa
-Abril, chuvas mil.
-Cão que morde não ladra.
-Quando a esmola é muita, o pobre desconfia.
-Um dia não são dias.
-Um mal numca vem só.
-Santos da terra nao fazem milhagres.
-Paga o justo pelo pecador.
-Janeiro fora cresce uma hora.
-Fala-se no diabo, aparece-lhe o rabo.
-Flor ao peito, asno perfeito.
-Dá Deus nozes a quem não tem dentes.
-A justiça tarda mas não falha.

Expressões madeirenses

estepilha...................................................wai?!?
bilhardeira....................................conversadora
vergastadas..............................palmadas
semilha........................................batata
trampa.....................................fogo
prantar..........................plantar
tapa sol.......................................portada
espetada............................carne assada
giba..............................coluna torta
malhar.............................bater
rabuçar.................................vomitar
perdigotos........................saliva (cuspir)
tapona............................chapada
pachorra...............................vontade
forrica..........................................diarreia

12.1.07

17.11.06

Apresentação dos Membros do Blog

Kelly:
Sou a Kelly para os amigos. Estudo, mas sou má aluna. Gosto de passear com os meus amigos e adoro estar com eles – fazem-me sentir lindamente. Odeio lavar loiça, mas lavo porque limpa as unhas e sou super e hiper mega simpática. Tenho muitos sonhos.
Pesca:
Tenho olhos verdes e gosto muito do mar. Sou simpático, alegre e gosto de pôr as outras pessoas a rir. Sou um gajo fixe, quando quero...
Uisa:
Tenho cabelo escuro, sou simpática, adoro estar com os meus amigos e passar o máximo de tempo com eles. Adoro passear aos Domingos, com as pessoas a mim mais chegadas…. Gosto de limpar a casa e adoro ver as coisas limpas.
Pipukita:
Olá ,eu sou a Pipukita! Sou divertida e simpática e passo a maior parte do meu tempo a rir.. Mas claro, sou um pouco teimosa. Detesto que me obriguem a fazer alguma coisa, e que se chateiem comigo por alguma coisa que eu não fiz. E adoro que sejam simpáticos comigo…
Garfield:
Olá! Sou simpático, brincalhão e amigo. Gosto de jogar futebol e de ouvir música. As minhas disciplinas preferidas são: Português, Ciências e Estudo Acompanhado.
Sniker:
Sou um rapaz curioso, social e simpático. Gosto muito de desporto, principalmente de futebol. As minhas disciplinas preferidas são Matemática e Educação Física.
Seanpaul:
Olá! Eu sou o Seanpaul . Sou simpático, muito brincalhão e amigo do meu amigo. Adoro ouvir música, principalmente das Pussycat Dolls e do Sean Paul. Massou, também, orgulhoso e ciumento. Detesto que fiquem amuados comigo sem razão.