18.5.07

Festa do Desporto Escolar 2007



Recolha efectuada por: Kelly

Picos da Ilha da Madeira


Com 70 km de comprimento, a ilha da Madeira apresenta uma cordilheira montanhosa central com orientação este - oeste que divide a ilha em duas vertentes: norte e sul. Suba aos picos mais altos e conheça uma ilha de impressionantes desfiladeiros, vales profundos, grandiosas montanhas e imponentes falésias.

Sinta-se mais perto do céu subindo ao topo do mais alto pico da Madeira - o Pico Ruivo com 1862 m. Daí delicie-se a espreitar para a cratera de um vulcão, há muito extinto, e hoje uma das mais famosas atracções da Madeira - o Curral das Freiras; para lá chegar, bastará percorrer belas veredas ladeadas de urzes. O Pico das Torres, o segundo mais alto com 1851 m, é muitas vezes aproveitado pelos entusiastas de actividades ao ar livre, como a escalada e o trekking, uma vez que apenas é acessível através de veredas íngremes.

O Pico do Areeiro, com 1818 m, é o mais visitado, sendo acessível por carro. Se tiver oportunidade não perca um romântico nascer-do-sol visto deste local. É mágico!

Vá ao Cabo Girão, o promontório mais alto da Europa, com 580 m de altura e deslumbre-se com uma vista fantástica para o mar. Suba também ao planalto do Paul da Serra, a 1500 m, onde o verde é a cor dominante, recortado pelos contornos de belas formações rochosas que se projectam no céu como estátuas.
Elaborado por : Pesca1991

Rally Vinho Madeira



Recolha efectuada por: Donald

4.5.07

Historial do clube CAB Madeira

O Clube Amigos do Basquete foi fundado, no Funchal, a 30 de Novembro de 1979.

Tudo começou quando um grupo de adeptos da modalidade resolveu empenhar-se num projecto ambicioso que se baseava na ideia de:

- Formar um Clube exclusivamente dedicado à prática do Basquetebol;

- Manter em pleno funcionamento todos os escalões etários, masculinos e femininos;

- Atingir as competições nacionais em ambos os sexos.

O que hoje pode parecer simples era, na altura, para os mais cépticos, uma utopia. Tanto mais que esta era uma colectividade que partia do zero, sem sócios, sem instalações e sem quaisquer recursos financeiros.

Depois de anos de luta e de muito empenhamento, mas também de incompreensões e dificuldades de toda a ordem, o C.A.B. conseguia, em 1989, quando completava o seu 10º. aniversário, a concretização plena de todos os seus objectivos iniciais: a equipa sénior masculina entrou para a IIIª. Divisão Nacional. Até aí todos os outros passos já haviam sido dados.

A história dos 10 anos seguintes fica marcada de forma indelével pelo crescimento do Clube a todos os níveis, pelos muitos êxitos desportivos alcançados e, sobretudo, pela construção do nosso Pavilhão, onde, desde 1997, está centrada toda a actividade do C.A.B..


Aqui ficam, então, alguns dos marcos da vida do nosso Clube:

1979 Fundação do Clube Amigos do Basquete - 30.11.1979

86/87 Equipa Sénior Feminina: 1ª. participação nas Competições Nacionais (IIª. Divisão)

87/88 Equipa Sénior Feminina: Campeão Nacional da IIª. Divisão / Subida à Iª. Divisão

89/90 Equipa Sénior Feminina: 1ª. participação nas Competições Europeias
Equipa Sénior Masculina: 1ª. participação nas Competições Nacionais (IIIª. Divisão)

92/93 Equipa Sénior Masculina: Campeão Nacional da IIIª. Divisão / Subida à IIª. Divisão

1994 Iº. Torneio Internacional do C.A.B. (Escalões de Formação)

94/95 Equipa Sénior Masculina: Subida à Iª. Divisão


95/96 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Taça de Portugal
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Supertaça

96/97 Equipa Sénior Feminina: Campeão Nacional da Iª. Divisão
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Taça Federação
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Supertaça
Equipa Sénior Masculina: Campeão Nacional da Iª. Divisão

1997 Inauguração do Pavilhão do C.A.B. - 25.04.1997
Clube do Ano - 4ª. Gala Nacional do Basquetebol

97/98 Equipa Sénior Masculina: 1ª. Participação na Liga Profissional de Basquetebol
Equipa Cadetes Femininos: Vencedor da Taça Nacional
Equipa Juniores Femininos: Vencedor da Taça Nacional
Equipa Juniores "A": Vencedor da Taça Nacional

1998 Declaração de Utilidade Pública - 07.05.1998

98/99 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da 1ª. Liga Feminina
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Taça de Portugal
Equipa Juniores Femininos: Vencedor da Taça Nacional

99/00 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Taça de Portugal
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Supertaça (98/99)
Equipa Sénior Masculina: 1ª. participação nas Competições Europeias - Taça Korac
Equipa Juniores "B": Vencedor da Taça Nacional

00/01 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da 3ª. Liga Feminina
C.A.B. organiza espectáculo dos Harlem Globetrotters na Madeira

01/02 Equipa Cadetes Femininos: Vencedor da Taça Nacional

2002 Constituição da "Clube Amigos do Basquete da Madeira, Basquetebol SAD" - 06.08.02

02/03 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da 5ª. Liga Feminina
Equipa Satélite do C.A.B. - C.S. Marítimo: Subida à Iª. Divisão Feminina
CAB Madeira "B" (Sub-24): Subida à 2ª. Divisão A Masculina

03/04 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Supertaça (02/03)
Equipa Satélite do C.A.B. - C.S. Marítimo: Subida à Iª. Divisão Feminina
Equipa Cadetes Femininos: Vencedor da Taça Nacional
Equipa Juniores Femininos: Vencedor da Taça Nacional

04/05 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da 7ª. Liga Feminina
CAB Madeira, SAD: Vencedor da XVI Taça da Liga
Equipa Satélite do C.A.B. - C.S. Marítimo: Subida à Liga Feminina (Direito desportivo...)
Equipa Cadetes Femininos: Vencedor do Campeonato Nacional

05/06 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da 8ª. Liga Feminina
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Taça de Portugal
Equipa Satélite do C.A.B. - C.S. Marítimo: Subida à Liga Feminina (Direito desportivo...)
Equipa Juniores Femininos: Vencedor da Taça Nacional
Equipa Juniores B: Vencedor da Taça Nacional
Equipa Cadetes Femininos: Vencedor do 2º Campeonato Nacional
Equipa Iniciados Femininos: Vencedor do Torneio Nacional

06/07 Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Supertaça (06/07)
Equipa Sénior Feminina: Vencedor da Taça de Portugal
Retirado do site: www.cab.webhs.org
Trabalho recolhido por: sniker

Peixe carneiro


Scorpaena scrofa


Este peixe , vive em cardumes no alto mar o seu tamanho é de 40cm a 50cm e a profundidade é de 15m a 300m. Este peixe tem uma armação de espinhos venenosos que se um humano tocar fica paralisado.

publ:pesca1991

Peixe cão


Pseudolepidaplous scrofa


No entanto, dado que é uma espécie que muda de sexo com a idade
( fêmea para macho) e ser fácil identificação dos mesmos (fêmea – rosa e amarelo, macho – vermelho escuro. O seu tamanho é de 65cm e a sua profundidade é de 10m a 200m.

publ:pesca1991

Caranguejo

Eriphia verrucosa



O seu tamanho é de 10cm e a sua profundidade é de 0 a 10m. Os caranguejos são os crustáceos da infra-ordem Brachiura, caracterizados por terem o corpo totalmente protegido por uma carapaça, cinco pares de patas, o primeiro da quais normalmente transformado em fortes pinças, e geralmente o abdómen reduzido e dobrado por baixo do cefalotórax.

publ:pesca1991

Aterrar no Aeroporto da Madeira



Por: Kelly

Polvo


Octopus vulgaris


O seu tamanho é 130cm, e profundidade é de 0 a 200m, e a sua arma de defesa é largar uma “nuvem preta”.Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés “, a sua característica principal é uma coroa de oito tentáculos com fortes ventosas dispostos à volta da boca. Como o resto dos cefalópodes, o polvo tem um corpo mole mas não tem esqueleto interno nem externo. Como meios de defesa, o polvo possui a capacidade de largar tinta, camuflagem e autonomia dos seus tentáculos.

Publ:pesca1991

Dia da Mãe

O Dia da Mãe tem a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Annie Jerwis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
No Brasil, o Dia das Mães é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.
Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.
Recordando um pouco da história do dia da Mãe, desde a longínqua festa da mitologia grega em honra de Rhea, a mãe dos deuses, celebrada à chegada da Primavera, passando pelo “Mothering Day” no século XVII, em que as operárias inglesas tinham folga para visitar as suas mães e as acarinharem no 4º Domº- da Quaresma, até ao tempo da americana Anne Jarvis, que ajudada pelas suas amigas a superar uma enorme depressão pela perda da sua mãe, resolve criar em 1905 uma festa em honra de todas as mães, conseguindo que o próprio Presidente Wilson a institua no 2º- domingo de Maio em 1914, assim chegamos aos nossos dias, em que ainda há pouco tempo celebrávamos o Dia da Mãe juntamente com a festa da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Jesus, a 8 de Dezembro, e actualmente se passou a celebrar no 1º Domingo de Maio.
Embora hoje ofereçamos flores diversas às nossa Mães neste dia, foi também Anne Jarvis quem sugeriu o cravo branco como a flor - símbolo do amor maternal e das suas virtudes: a entrega abnegada, a resistência, fidelidade e pureza.
Neste Domingo, certamente, uma vez mais, cada um recordará e homenageará a sua Mãe como puder, como quiser e como souber.
http://pt.wikipedia.org

elaborado por: bambi e abbigail

Curral das Freiras

O Curral das Freiras é uma pequena vila, rodeada por enormes montanhas, no coração da Ilha. O caldeirão onde assenta esta vila foi formado ou pela erosão, ou, como muitos acreditam, por actividade vulcânica.
Em 1566, as freiras do Convento de Santa Clara, ao fugir de piratas que atacavam o Funchal, encontraram aqui refúgio, levando consigo o tesouro do convento.
A vila é muito isolada, e muitos dos seus habitantes vivem do que a terra produz.
Um dos acontecimentos locais é a Festa da Castanha, em Novembro. As castanhas são deliciosas e são usadas na cozinha diariamente.
O Curral das Freiras era propriedade de um casal que vendeu a sua terra ao Capitão Donatário do Funchal, João Gonçalves da Câmara. Este Capitão doou as terras às suas filhas quando elas entraram para o Convento de Santa Clara (também construído por ele).
No começo, o Curral das Freiras produzia muita diversidade de fruta como laranjas, limões, cerejas e ameixas. Mas a sua maior riqueza residia na cidra, um negócio rentável para o Convento de Santa Clara.
O povo do Curral das Freiras não viu muita evolução e, estando sob a “dependência” do convento, deveriam ter tido um modo de vida mais clérigo. Antes pelo contrário… este povo de origem moura, vestido com cores garridas, juntava-se em grupos tocando pífaro, bombo e ferrinhos e dançava alegremente.
O Curral das Freiras de hoje tem uma grande festa. Todos os anos, os residentes realizam a Festa da Castanha – esta festa apareceu por causa de haverem muitas castanhas na freguesia, que eram utilizadas em variadas iguarias culinárias desde sopa a bolos e de pudins a licores.


Retirado do site: http://www.madeira-web.com/


Trabalho elaborado por: Porto1993

A lenda das ilhas selvagens

Conta-se que através da bruma dos tempos avolumou-se a crença dum tesouro escondido na ilha maior. Vários capitães da madeira fora diversas vezes as selvagens procuraram afincadamente, durante anos, a fortuna dos piratas oculta neste ilha. A terra foi toda resolvida, a ponto de tentarem, depois, cultiva-la, para de todo se não perder o trabalho feito. Mas desanimaram com a falta de água a ausência das chuvas. De 1847 a 1851, segundo consta de documentos, sete ingleses andaram nas selvagens a procura do tesouro. Fizeram pesquisas em 4 anos sucessivos, gastando 2.500 libras. As ilhas foram inteiramente revolvidas. A crença desse punhado de aventureiros baseava-se na confissão dum agonizante, que contara ter feito parte do navio pirata que saqueara 3 embarcações mexicanas na guerra dos estados unidos as quais iam carregadas de ouro, vindo depois enterrar o tesouro numa ilha deserta numa ilha deserta, perto de Tenerife. Nunca apareceu o tesouro das selvagens, nem ouro nem pão saíram das suas entranhas.
Retirado do navegador mensal
Elaborado por: praia 1991Conta-se que através da bruma dos tempos avolumou-se a crença dum tesouro escondido na ilha maior. Vários capitães da madeira fora diversas vezes as selvagens procuraram afincadamente, durante anos, a fortuna dos piratas oculta neste ilha. A terra foi toda resolvida, a ponto de tentarem, depois, cultiva-la, para de todo se não perder o trabalho feito. Mas desanimaram com a falta de água a ausência das chuvas. De 1847 a 1851, segundo consta de documentos, sete ingleses andaram nas selvagens a procura do tesouro. Fizeram pesquisas em 4 anos sucessivos, gastando 2.500 libras. As ilhas foram inteiramente revolvidas. A crença desse punhado de aventureiros baseava-se na confissão dum agonizante, que contara ter feito parte do navio pirata que saqueara 3 embarcações mexicanas na guerra dos estados unidos as quais iam carregadas de ouro, vindo depois enterrar o tesouro numa ilha deserta numa ilha deserta, perto de Tenerife. Nunca apareceu o tesouro das selvagens, nem ouro nem pão saíram das suas entranhas.

Retirado do navegador mensal
Elaborado por: praia 1991

Tainha


Oedalechilus labeo


Este peixe atinge a maturidade quando pesa cerca de 200g, o seu tamanho é de 25cm, e a sua profundidade é de 0 a 25m. Espaço jugular nulo. Lábio superior muito espesso. Dorso cinzento-azulado, ventre prateado e bandas longitudinais castanhas sobre os flancos.Atinge os 65 cm de comprimento.Infralitoral, em fundos de vasa. Penetra nos estuários e lagunas litorais.Alimenta-se das partículas existentes sobre o fundo

Publ:pesca1991

Pratos Típicos

Poderá fazer uma vasta expedição culinária durante a sua estadia nesta ilha, pois as diversas especialidades típicas contribuirão para experimentar algo de novo todos os dias.Podemos destacar como aperitivos, Caramujos Burriés , o Gaiado (salgado ou seco) e as Lapas.Um dos pitéus mais originais e apreciados são as Espetadas. Muitos restaurantes dispõem de mesas com estruturas em ferro, aplicadas ao centro, onde se penduram os espetos (de pau de louro), depois de bem temperados e grelhados os bocados de carne.Dos pratos de carne ficará deliciado com a Carne Vinho e Alho (condimentada sobretudo com alho e vinho) ou até mesmo com o Cozido Madeirense.Destacam-se dos pratos de peixe, o Atum Cozido ou o Bife de Atum, o Filete de Espada (peixe espada da Madeira tão afamado pela suculência da sua carne), Cavala com Molho Vilão (grelhada e regada com o dito molho).Para acompanhamento destes saborosos pratos, sugere-se o Milho Cozido ou Milho Frito, Pão Caseiro com Batata Doce e Bolo do Caco.O Bolo do Caco é um pão típico de farinha de trigo, assim chamado por ser cozido sobre um caco de telha, que se coloca sobre as brasas. É um bolo redondo e achatado, típico dos arraiais e é feito na presença do cliente.A doçaria madeirense também tem uma vasta lista de escolha, que vai desde o famoso Bolo de Mel (confeccionado à base de melaço de cana de açúcar, é uma especialidade típica do Natal e é cortado à mão)Broas de Mel, Queijadas, Sonhos e Rebuçados de Funcho.A Madeira é também rica em frutos tropicais, tais como a Banana, Anona, Maracujá, Papaias, Pêra Abacate, entre outras frutas.A Pêra Abacate, tanto pode ser utilizada para a confecção de cremes (sopas), saladas e cocktails, como para sobremesa adicionada de açúcar e vinho da Madeira.

Fim de ano na Madeira



Por: Tulipa e Mimi

A cerimónia de abertura da Festa do Desporto Escolar, que decorrerá no Estádio dos Barreiros a 8 de Maio de 2007, irá homenagear o cantor madeirense Max. O tema da cerimónia intitular-se-á, “Eternidades – Max ontem, hoje e amanhã” e será composto por três actos:
Homenagem ao homem, ao cantor, ao Ser; Homenagem à terra, ao mar, à inspiração no luar;Max uma eternidade – “ Ai bate o pé...”
Para o encerramento está previsto um momento solene intitulado “Gratidão”.


publ:pesca1991


reti:http://www01.madeira-edu.pt/dre/gcde/Default.htm

Festa da Flor na Madeira



Por: Kelly

20.4.07

capelas de sao vicente









Capela de São Vicente (Capelinha do Calhau)

A Capela de S. Vicente, na foz da ribeira de S. Vicente, foi construída em 1694, como um nicho num bloco de basalto, por Inácio de Sousa, auxiliado por esmolas de devotos. Conforme documentado, a ermida foi implantada no lugar onde se diz que o Santo apareceu.
Apresenta a particularidade de se encontrar encravada numa rocha tornando-se assim o ex-libris de São Vicente. Mostra planta simples rectangular com escadas que dão acesso ao adro calcetado em calhaus rolados. O templo sofreu intervenções em 1885.
Recentemente foi construída uma nova ponte, dado que a ponte existente se encontrava já em muito mau estado.

Capela do Livramento

A capela de Nossa Senhora do Livramento, construída no sítio do mesmo nome, sabe-se que foi edificada pelo Padre Manuel Gomes Garcês, por instrumento de 10 de Setembro de 1685, onde declarou perante o tabelião Antão Dinis Coelho que tinha feito uma ermida de Nossa Senhora do Livramento.
O pequeno templo maneirista foi erguido em 1683 e mostra planta simples rectangular, de uma só nave. Fachada em empena com sineira em cantaria de basalto. O portal ostenta arco pleno assente sobre pilastras e é rematado por uma cornija.

Capela do pico da cova

A capela da Torre de Relógio, Pico da Cova, de invocação a Nossa Senhora de Fátima, São Vicente, com os seus 14 metros de alto, foi construída em 1942 e concluída em 1953.

Capela dos Reis Magos

O templo foi erguido no séc. XVI, ou mesmo anteriormente, uma vez que em 1577 já dava mostras de se encontrar em muito mau estado de conservação. Foi reconstruído em 1778 por João Carvalhal Esmeraldo. A capela insere-se na tipologia barroca da nave única com sineira e sacristia adossadas. O interior apresenta as paredes profundamente decoradas e tecto pintado. No altar-mor está um retábulo com três telas onde estão representadas A Adoração dos Reis Magos, São João Baptista e a figura de um bispo.

Trabalho eleborado por: HG

Laurissilva da Madeira




























A Laurissilva, galardoada com o estatuto de Património Mundial da UNESCO, é uma Floresta com distribuição limitada às Ilhas da Macaronésia. Na Madeira podemos encontrar a maior e mais conservada mancha florestal deste tipo, possuindo o Concelho de São Vicente uma das áreas extensas e ricas deste coberto vegetal.

os seus mais de 4600 hectares de floresta Laurissilva, São Vicente apresenta diversos elementos florísticos de particular interesse. Figueira do Inferno (Euphorbia mellifera) consideradas as maiores do mundo, espécies raras como o Isoplexis e a Musschila Wallastonii e o Til (Ocotea foentes) e Vinháticos (Persea Indica) multicentenários, são alguns dos elementos que tornam este Concelho um dos mais importantes representantes da floresta Laurissilva.
Laurissilva é o nome pelo qual é conhecida a floresta original da Madeira, aquela que já aqui existia aquando da chegada dos descobridores portugueses. Esta designação provem do latim, Laurus (loureiro, lauráceas) e Silva (floresta, bosque). A Madeira é uma das Ilhas Afortunadas, porque possui espécies que são verdadeiras relíquias da Natureza (Macaronésia é uma palavra de origem grega e que significa Ilhas Afortunadas, no século passado o botânico inglês Philip Webb usou pela primeira vez a expressão Macaronésia para identificar os arquipélagos da Madeira, Canárias, Açores e Cabo Verde). No Quaternário a Europa esteve longos períodos coberta de gelos, muitas espécies vegetais não resistiram ao frio e desapareceram para sempre. Na Madeira o arrefecimento não foi tão forte devido à influência benéfica do oceano e as plantas sobreviveram.
Na Madeira, pela altura das descobertas, a Laurissilva cobria a quase totalidade da Ilha; hoje em dia vamos encontrá-la principalmente na vertente de exposição norte da Ilha, ocupando os profundos e remotos vales do interior, distribuída entre os 300 e os 1300 metros de altitude, podendo considerar-se uma floresta relíquia. O relevo montanhoso provoca uma significativa variação climatérica e determina a existência de vários andares de vegetação.A Laurissilva é a floresta dos nevoeiros e dos loureiros. Dos nevoeiros, porque vive nas encostas voltadas a norte, num ambiente de forte humidade relativa e nevoeiros frequentes devido à ascensão forçada das massas de ar húmido transportadas pelos alíseos. Dos loureiros, porque o loureiro é a árvore predominante. Menos comuns, mas igualmente da família das lauráceas, são o til, o vinhático e o barbusano. Estas são as árvores mais frondosas da floresta e felizmente podemos observá-las em belíssimas manchas verdes nas serras de São Vicente.
Esta floresta de características higrófilas, sub-tropical húmida, representa um ecossistema de extrema importância sob o ponto de vista botânico e científico: actualmente é a maior área de Laurissilva a nível mundial (14.953,7 ha, totalmente incluída no Parque Natural da Madeira como Reserva Natural Parcial e Reserva Natural Integral), sendo também a melhor em termos de estado de conservação e número de espécies. Trata-se de um património raro a nível mundial, onde, para além da Madeira, apenas ocorre com significado em algumas ilhas do grupo ocidental do Arquipélago das Canárias, dado que nos Açores e em Cabo Verde não terá resistido à ocupação humana.A Laurissilva é uma floresta que deve ser preservada a todo o custo pela grande variedade de espécies vegetais endémicas que possui, pelas aves que abriga, pelo seu valor estético e pela importantíssima função que desempenha na retenção e infiltração de águas que são garante de abastecimento das nascentes e cursos de água a menores altitudes.
Entre a flora do Arquipélago encontram-se cerca de 145 plantas endémicas e podemos contar, a nível da fauna com representantes dos mais variados grupos zoológicos. De uma grande diversidade florística, é sobretudo ao nível do estrato herbáceo que vamos encontrar a maior parte dos endemismos. Dos múltiplos exemplos que poderiam ser aqui referidos pode apontar-se a Goodyera macrophylla. Esta é uma orquídea endémica da Ilha da Madeira, conhecida por Godiera da Madeira, que é extremamente rara. È uma planta que só ocorre em áreas de conservação climax pelo que dependente altamente da existência de zonas inalteradas sem perturbação de qualquer nível. Por baixo da copa das grandes árvores abundam arbustos (quase todos de folha perene, à semelhança das árvores) como as urzes, a uveira, o piorno e o sanguinho, encontrando-se, ainda, um estrato mais baixo rico em fetos, musgos, líquenes, hepáticas e outras plantas de pequeno porte, com numerosos endemismos.
A fauna existente no Parque Natural da Madeira é extremamente rica quer em vertebrados quer em invertebrados. Relativamente a estes últimos podemos referir a existência de mais de uma centena de espécies endémicas de moluscos terrestres, muitos dos quais com uma distribuição bastante restrita. Os insectos estão também representados duma forma bastante significativa, mas ainda mal conhecidos. Relativamente aos vertebrados o destaque vai para dois grandes grupos: os Morcegos e as Aves (além do Lobo marinho, os únicos que existiam quando o Homem chegou à Ilha). No que se refere aos morcegos não existe qualquer informação sobre o estado de conservação actual das 8 espécies existentes.
No que diz respeito às aves podemos encontrar no Parque Natural da Madeira duas espécies exclusivas da Madeira: A Freira da Madeira, (Pterodroma madeira) e o Pombo trocaz (Columba trocaz). A primeira é uma das espécies mais ameaçadas de extinção em todo o Mundo (existem unicamente cerca de 30 casais). No que concerne à segunda o panorama é bastante mais prometedor, sendo uma espécie cujos efectivos populacionais têm vindo a crescer bastante. A Laurissilva do Parque Natural da Madeira é uma Zona de Protecção Especial no âmbito da Directiva Aves Selvagens e um Sítio de Interesse Comunitário ao abrigo da Directiva Habitats. É Reserva Biogenética do Conselho da Europa desde 1992 e foi incluída na Lista do Património Natural Mundial da UNESCO em Dezembro de 1999.
Recolha efectuada por: Praia

Mero

Epinephelus marginatus
A sua captura é quase impossível na Madeira, tendo em conta a profundidade a que se encontra. Pelo seu comportamento sedentário e grande valor comercial esta é uma das espécies mais vulneráveis. Este peixe tem um desenvolvimento biológico estranho, mas comum nos peixes e na sua família (serranidae). Quando nasce é de um sexo que com o desenvolvimento muda. Neste caso, é essencial a espécie crescer, numa população unicamente de fêmeas. A mudança de sexo dá-se quando o peixe tem entre 5 e 7 kg. O tamanho deste peixe é de 100cm a 150cm e a sua profundidade é de 2m a 200m.

publicado por: pesca1991